Petit Lenormand: OS RATOS


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Fonte: Petit Lenormand: OS RATOS

Sentindo-se desanimado/a, fraco/a, sem energia?

Incomodado/a com as rachaduras nas paredes de casa?

Preocupada/o com a ferrugem que está corroendo o assoalho do seu carro?

Aborrecido/a com as pragas que estão infestando seu jardim e acabando, não só com o gramado, mas até mesmo com as flores e árvores?

Não consegue dormir direito, acorda a noite toda num estado de nervosismo, de ansiedade sem motivos aparentes?

Apreensiva/o demais com os filhos que saíram para a balada e ainda não chegaram e nem atendem o celular?

Literalmente chateada/o com a perda de toda a comida que estava no freezer e que se acabou se descongelando por que o fio elétrico rompeu-se, não se sabe como nem porque?

Arrasado com o prejuízo que os assaltantes deram em seu estabelecimento comercial, carregando tudo o que puderam, e que foi praticamente tudo o que você tinha?

Pois é, meu amigo, minha amiga, você está vivendo situações e estados de espirito que a carta de número 23 do Baralho Lenormand (também conhecido como Baralho ou Tarô Cigano), os RATOS, simboliza.

Esses pequenos roedores sempre estiveram relacionados a aborrecimentos, desconforto, desassossego e problemas de todos os tipos, inclusive tragédias de grandes proporções tais como a Peste Negra que arrasou quase que a metade da população europeia na Idade Média e o “apagão” na Usina Nuclear de Fukushima, no Japão, muito mais recentemente, que poderia ter provocado um acidente nuclear de terríveis consequências mundiais.

Quando obtemos essa carta numa leitura de Lenormand e, naturalmente, dependendo sempre da questão que motivou a leitura e as cartas adjacentes, os RATOS podem estar sinalizando desde problemas estruturais em sua residência, até a possibilidade do Consulente estar sendo roubado, aos poucos mas continuamente, em seus valores. Também representa a perda de objetos (chaveiros, chaves, são um exemplo clássico. Quem nunca?), documentos (“Alguém viu onde foi que eu guardei meu Título de Eleitor?”), dinheiro, o batom preferido, o cartão de crédito (“Será que eu esqueci no hotel, na hora em que paguei a conta?”), ou mesmo aquela mala, com toda a sua roupa, que nem a companhia aérea parece ter a menor ideia de onde foi parar!

Alimentos e remédios que têm a validade vencida; aquele gasto imprevisto com o conserto do pneu do carro; a perda de tempo que é ficar na fila para ser atendido pelo caixa do banco (aliás, não existe uma lei que regula esse tempo?); a desonestidade do comerciante que nos devolve em “balinhas” o nosso troco; o político ou o comprador de uma empresa, corruptos, que só aprovam algo se levarem uma “caixinha”; pessoas que baixam filmes e músicas da internet, pirateando a indústria do entretenimento e roubando dos artistas e produtores; colegas de trabalho que assumem como suas as nossas ideias e acabam recebendo os méritos que seriam nossos; o plágio, que é tão comum em todas as áreas, vide os celulares que “imitam” à perfeição os de boas marcas; são exemplos muito comuns do que costuma nos acontecer na vida diária e no nosso entorno.

Em que carta do Baralho Lenormand encontramos a imagem simbólica desses comportamentos, e eventos? Pode apostar: nos RATOS.

E qual, enfim, é o aspecto positivo dessa carta, se é que tem?

Bom, vamos lá: ratos vivem em bando, agem rápida e espertamente, são hábeis e persistentes. Essa imagem, do bom, simpático, cooperativo trabalhador ratinho, por exemplo, do desenho da Cinderella, que se unem para fazer-lhe um vestido de baile em pouquíssimo tempo, pode ser comparado com os trabalhadores de linhas de produção ou montagem. Deles é cobrada a velocidade, a concentração no que fazem, e a habilidade de cumprirem bem as suas respetivas tarefas.

E quando essa carta aparece numa tiragem cujo tema é o Amor? Como é que fica a interpretação?

Bom, digamos que a tiragem tenha sido de apenas uma carta, a de número 23. Podemos, entre tantas outras possibilidades, considerar as seguintes:

a) esse relacionamento é instável, não oferecendo a menor segurança emocional aos parceiros;

b) o amor e o afeto já se esgotaram, esvaídos pelo stress provocado pelo ciúme, insegurança;

c) um dos parceiros tem uma obsessão, uma fixação pelo outro;

d) existe um interesse doentio em manter algo desgastante para ambos;

e) é uma relação em que um, ou ambos, manipulam os sentimentos do/a parceiro/a de maneira a obter vantagens ou abalar sua autoestima e confiança.

E se essa carta aparece como resposta para uma pergunta do tipo: “Qual o conselho eu preciso obter hoje?”

Vamos lá: seja persistente, trabalhando pelos seus objetivos; pare de se preocupar demais, procurando evitar o stress, a ansiedade, o estado de constante pânico; preste atenção aos detalhe, seja minuciosa e faça um sério controle de qualidade daquilo que compra ou que produz.

(cuidado com perdas, roubos, assaltos, estragos, prejuízos de todos os tipos, etc, é bastante óbvio)

E para encerrarmos esse comentário, há uma situação bastante peculiar que, em verdade, é um transtorno mental, e que poderia ser simbolizada pela carta dos RATOS: pessoas que acumulam. Ou seja, gente que não joga nada (ou, pelo menos, alguns determinados itens) fora.

Havia num dos edifícios em que morei uma senhora bastante idosa que vivia sozinha. Um dia os porteiros do prédio perceberam que ela não estava descendo para caminhar, fazer compras, pegar o jornal e o correio, etc e, preocupados, bateram à sua porta. Como não obtivessem resposta, chamaram o Síndico que, por sua vez, chamou a Polícia. Infelizmente constatou-se que ela havia falecido há, provavelmente uns 2 dias. Mas o que impressionou a todos foi o fato de terem encontrado o apartamento completamente entulhado de jornais. Pilhas e pilhas de antigos e novos jornais se acumulavam por todo o apartamento, inclusive banheiro.

Durante todos os 50 anos em que morou naquele lugar ela nunca se desfez de nenhuma edição dos 2 jornais diários que assinou durante décadas. Não havia, no apartamento, nem espaço para uma cama, e ela, que era uma mulher de boa condição econômica, dormia num colchonete, num espaço minúsculo entre pilhas que iam até o teto de velhos, empoeirados e corroídos jornais. Nunca, em todos os anos que ali residiu, alguém entrou em seu apartamento. Nunca recebeu uma visita, um parente, uma colega de trabalho, uma amiga. Por isso mesmo a mais completa surpresa se apossou dos vizinhos e funcionários do prédio ao verem a escabrosa e doentia condição de vida que aquela elegante, bem vestida e educada senhora vivia depois que entrava em sua casa: um gigantesco e mórbido ninho construído de papel.

Lembrando sempre que esta postagem, como todas as demais feitas por mim, não pretende ser uma “regra”, uma “fórmula” a ser copiada ou aceita, mas, simplesmente, a minha inspiração e conhecimento técnico, no momento da escrita, ao comentar alguns dos aspectos interpretativos da carta.

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